Quinta-feira, Janeiro 19, 2006

Final

Regresso aos Anjos e Demónios.


Nota: Peço desculpa pelo incómodo.

7 Comentários:

At Janeiro 19, 2006 10:10 AM, Anonymous rita bráz comentou...

Então? rss

 
At Janeiro 19, 2006 10:42 AM, Anonymous Golfinho comentou...

Patrick, nunca apago os links dos bons blogues.

Abraço.

 
At Janeiro 19, 2006 12:12 PM, Anonymous carlos correia comentou...

Voltemos então aos Anjos.

 
At Janeiro 20, 2006 1:41 AM, Blogger Joao Pedro Dias comentou...

:) Então, meu caro? :) Porquê tanta instabilidade .... emocional? :) Ok, voltemos então aos Anjos.... Abraço amigo. JPD

 
At Janeiro 27, 2006 10:55 PM, Blogger jpt comentou...

exactamente como me aconteceu há alguns meses. hei-de referir, ainda que atrasado

 
At Fevereiro 19, 2006 12:06 AM, Blogger Arrebenta comentou...

Diário da "mulher-alibi"

Pacheco Pereira, um dos rastejantes da nossa cena política, pilar do sistema, e exemplo de como se pode subir rápido
(da Gare Maoísta à Gare Neo-Liberal-Conservadora, em bilhete de primeira, se faz favor),
resolveu ganhar dinheiro a publicar os textos do "Abrupto", uma espécie de sótão poeirento e desactualizado do imaginário de uma tia velha desactivada, e com barbas, ainda por cima.

Esse é o papel da "Mulher-Alibi", figura da Sociologia, indispensável para o funcionamento do Sistema: ela espumeja, ela finge que se indigna, ela ataca, ela recua, ela geme e freme, ela varia de alvos, mas, no fim, alinha sempre pela mão de quem lhe paga, e que realmente sempre serviu. É no seu discurso e na sua atmosférica variação fisionómica, que se faz o grosso da catarse do tecido social, "que bem que falou", "gosto muito de ouvi-lo", "sabe sempre dizer quando as coisas estão bem, e quando estão mal"...

Uma das características da mulher-alibi é a ubiquidade: ela tem o dom de estar sempre em todo o lado e em todo o instante em que se possa levantar alguma fervura.

Obviamente, Pacheco Perereira não é a Marcela-quer-morcela, a Mãe das Mães-Alibi, ou a "Desesperada", por antonomásia, com dons de mentira e retórica maquiavelicamente sofisticados. Berços diferentes: uma, filha do Ministro da Propaganda do Antigo Regime, a outra... não. Mas, no fim, o teclado termina sempre na mesma cadência, embora, pelos entremeios, se tenham esvaziado todas as tensões do Público, que, realmente, poderiam conduzir a qualquer mudança.
Elas são as gestoras do Pântano, e o Pântano continua a pagar-lhes regiamente pelo seu papel.

http://braganza-mothers.blogspot.com

 
At Março 30, 2006 1:34 AM, Blogger Arrebenta comentou...

O Simplex do Arrebenta

Uma só medida, para ser mesmo simples: leitura retrospectiva de todos os Diários da República, posteriores ao dia 25 de Abril de 1974, e colocação num estatuto de Lugares de Cunha de todos os filhos, filhas, enteados, primos, primas, amantes, enjeitadinha, filhos de pai-in-cornos, compadres, comadres, conluiados de Partido, fretes pós-sexuais, abortos, pessoas com o mesmo apelido, ninhadas de mães prolixas, cargos-resultados-de-um-jantar, de-telefonemas-apressados, de-aflições-súbita-de-uma-semana, filhotes de todas as marés partidária, etc., etc e tal,
dizia eu
de que,
nomeados para a Coisa Pública pós-25 de Abril,
depois de cumprida esta tarefa, fazia-se a mesma releitura, segundos os mesmo critérios de todos os nomeados em data anterior ao referido dia 25 de Abril, se ainda vivos, com direito a imediato afogamento em balde doméstico,
sendo os restantes imediatamente expostos num Pelourinho, rebaptizado de PELOURINHO DA CUNHA, situado na Expo, perto do Novo Casino de Lisboa, ou nas capitais das Cinco Regiões Administrativas do País, e no qual a ira dos restantes cidadãos teria uma semana para se manifestar, passando por insultos públicos, com direito a incluir o nome da mãezinha, do pai e da irmãzinha, apedrejamentos com os célebres lintéis milionários do Vereador Vasco Franco, e alçamentos de perninha, com direito a mijadela indignada sobre as vítimas.
Ah, obviamente tal hercúlea tarefa iria obrigar à contratação de 20 000 novos funcionários, a recibo azul, e prever-se-ia ter a duração de 10 anos, ou dois mandatos presidenciais.
A Bem da Nação, etc. e tal.

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(Adenda ao anterior)
Cumprido o Simplex na Cousa Pública, estender-se-ia à Privada, e, uma vez o país deserto, esperar-se-ia que a iniciativa mais próxima tomasse a dianteira, prevendo-se termos, em dez anos e dois meses, o país solidamente unificado com a Coroa Espanhola.

http://braganza-mothers.blogspot.com/

 

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